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Os malefícios do cigarro

O fato de que o cigarro pode causar ao menos 50 doenças é uma verdade inconveniente que os usuários dessa droga tentam ignorar. Desde cedo se aprende que o cigarro vicia, pode causar vários tipos de câncer e problemas respiratórios. Até mesmo quem não fuma, mas que convive com um fumante, pode desenvolver doenças como câncer, infarto e infecções respiratórias.

Levantamento do Ministério da Saúde mostra que cerca de 12% da população brasileira são fumantes, o que representa 21 milhões de pessoas. Os prejuízos decorrentes do consumo do cigarro e seus derivados geram um prejuízo anual de R$ 56,9 bilhões ao país. Deste total, R$ 39,4 bilhões são com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, relacionados à perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores.

Se é tão ruim, por que as pessoas insistem em fumar?

Segundo nota técnica divulgada em 2017 pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), a epidemia do tabagismo é resultado das estratégias de mercado. A indústria do tabaco utiliza ações cada vez mais ousadas para que o consumo de seus produtos continue crescendo. As companhias buscam conquistar outros mercados, principalmente entre os jovens, que se encantam pelo uso de novos produtos, como o cigarro eletrônico e o narguilé.

A maioria das pessoas começa a fumar devido à influência da mídia ou dos pais, ídolos, professores e pessoas que exercem poder de autoridade, mesmo que de maneira inconsciente. Depois que se torna frequente, fica difícil de largar, devido à nicotina presente no cigarro.

Quando inalada, é logo absorvida pelos alvéolos pulmonares e em seguida alcança o cérebro. A nicotina causa sensação de prazer, por provocar a liberação da dopamina, substância que age por aproximadamente duas horas até que se inicie o processo de abstinência. Com a inalação contínua o cérebro se adapta, precisando de doses cada vez maiores para manter o nível de satisfação. E encerrar este processo não é nada fácil.

Largando o vício

Em casos que a pessoa decidir parar de fumar sem recorrer ao auxílio de medicamentos, é bem provável que ocorram sintomas de crise de abstinência como sensação de desespero, tremores e suor excessivo. Também ocorre a dependência psicológica onde o uso do cigarro está ligado a hábitos do dia a dia, como o convívio com fumantes, momentos de nervosismo e consumo de bebidas alcoólicas.

Para que o tratamento seja bem-sucedido é preciso aliar auxílio de medicamentos e apoio psicológico. Associar terapias ou alguma intervenção social também ajuda bastante. O fundamental é que o fumante tenha a quem recorrer quando tiver alguma dúvida ou apresentar algum sintoma da abstinência.

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